O início das consequências!

   O início das consequências!
Os problemas ambientais, tem histórico desde antes da antiguidade com os primeiros processos do homem com a natureza, nestes, encontra-se as queimadas, técnica agrícola para utilização do solo em busca de espaço para plantio ou para construções, além disso outros fatores influenciam para a utilização desse processo como, desmatamento para a retirada de madeiras, vandalismo, e até mesmo para a queimada de lixos. Este último, visto em muitas regiões do interior para a queima de lixos acumulados jogados em locais inapropriados.
   Segundo o Governo do Brasil, em 2016, desde o início do ano até o dia 5 de agosto, foram registrados mais de 53 mil focos de queimadas e incêndios florestais no País. O número representa um aumento de 65% em relação ao mesmo período do ano passado. O registro foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).
   As queimadas apresentam diversas consequências, como diminuição da biodiversidade, aumento das doenças respiratórias, como asma, devido a fumaça gerada, agravamento do aquecimento global, pela emissão de gases poluentes e o aumento da temperatura, entre outros agravos. É um problema a ser enfrentado em muitas regiões não só brasileiras, mas mundiais, como as queimadas florestais que segue em Portugal e Espanha.
   Para esse problema ser cessado, o apoio do Governo e o investimento em condutas que venham a punir pessoas praticantes desse crime são imprescindíveis.
   Outro problema a ser enfrentado é a questão do saneamento básico, sendo mais especifico os esgotos, que é um problema nacional histórico encontrado em vários municípios, onde é administrado pelo ministerio das cidades e pelas organizações de cada município.
   Apesar de existir leis que garantem saneamento básico a todas famílias, o que observa é a ineficácia das mesmas, pois é visto esgotos a céu aberto em muitas regiões, principalmente no interior. Sendo que, isso acarreta problemas de saúde a muitos moradores e má condições de vida, como mau cheiro, proliferação de doenças e parasitas, entre outras consequências.
   Dados do SNIS de 2014 indicam que a média nacional de tratamento de esgotos gerados é de pouco mais de 40%, e de 70% para esgotos coletados, com níveis substancialmente mais baixos para áreas periféricas e de crescimento desordenado, que chegam a apenas 9% em algumas áreas de grandes cidades, segundo pesquisa da ONG Trata Brasil.

   O Governo deve priorizar ações e atendimento básico e saneamento para melhoria da qualidade de vida da população, o que diminuiria também o índice de doenças acarretadas por tais situações precárias.










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